Mãos aos desolados ouvido pra quem não ver não crer ,meu cau canha de aço peito aberto desposto aprender você desvenda a obtra as estações de chuva e os sertões da alma ,sandálias na terra no asfalto machão os rumos ao oque não se ver Morre de vontade de viver assim ariscando vencer o meu ombro ,o meu ventre nos faz florescer

